DHO - Desenvolvimento 

Humano e Organizacional

Atualmente muitas empresas buscam linhas terapêuticas para reestruturar sua equipe ou até mesmo evitar crises de relacionamento entre os colaboradores. Uma boa organização é composta por uma mistura de pessoas, comportamentos, conceitos, ideias, personalidades, entre outras características. Assim, constitui- se o "DNA" da instituição. Assim, a seleção de seus funcionários se dá a partir da busca por perfis que estejam alinhados à filosofia da corporação.

Há estudos que comprovam que as instituições têm perfil psicológico. Como? Por meio da somatória de personalidades que compõem a imagem da empresa. Os terapeutas corporativos afirmam que a organização tem ego, superego e id, de forma a transferir tudo isso para a esfera empresarial, o que consequentemente, influência o comportamento de seus colaboradores.

Toda organização está sujeita a oscilações de relacionamento entre seus colaboradores. Isso ocorre devido a inúmeros motivos, dentre os quais se destacam: situações estressantes, pressão por resultados, ambientes competitivos, etc. A comunicação entre líderes e liderados é um dos pontos-chaves para que essas situações não interfiram no equilíbrio e nem nos objetivos da empresa.


Mentoria Terapêutica dentro das empresas: por que apostar nesse benefício?

Pensando em como você quer construir a imagem da organização na qual trabalha, imagine como as pessoas enxergariam uma empresa que está preocupada com as verdadeiras necessidades do trabalhador, como por exemplo, a saúde mental?

Hoje em dia, é padrão as empresas oferecerem vale alimentação, vale refeição, vale transporte e plano de saúde, mas a oportunidade de ir além está logo aqui.

Investir em saúde mental é investir no desenvolvimento dos seus colaboradores e na imagem que  você quer estabelecer para a sua organização.


Desenvolvimento de habilidades de liderança

Poucas são as empresas que se preocupam genuinamente em desenvolver seus talentos para que assumam posições de liderança.

A psicoterapia é uma aliada poderosa nesse sentido, pois um terapeuta especializado nessa área é capaz de ajudar colaboradores a se prepararem para assumir novos desafios e alavancarem as metas da empresa.

Toda organização é feita por pessoas e quando há o interesse em desenvolver os talentos, o sucesso é pura consequência. Através de autoconhecimento, treinamentos e adequação, cada um entende o que e como deve fazer sua parte com qualidade e assertividade.

Assumir novas posições exige muito mais do que preparo técnico, é preciso estar pronto emocionalmente para lidar com todas as novas responsabilidades.


Diminuição de custos com contratação 

Os custos com contratações mal sucedidas são muito altos no mundo todo. Um levantamento realizado pelo Linkedin com a Price Waterhouse Coopers Auditores revelou que são desperdiçados 19,8 bilhões de dólares por ano em más contratações. Além disso, a produtividade perdida por conta desse problema chega a 130 bilhões de dólares.

A conclusão é simples: contratar é complexo e exige tempo e dinheiro. Para evitar gastos desnecessários, as empresas devem focar em diminuir os índices de afastamento e turnover. Como já citamos anteriormente, transtornos comportamentais e ligados à saúde mental são a terceira maior causa de afastamento do trabalho.

Quando isso acontece, os colaboradores são prejudicados por conta de carga excessiva de trabalho e, em casos mais sérios, é preciso substituir temporariamente a pessoa que está afastada. O tempo e dinheiro que o seu RH gasta com atividades como essa com certeza poderiam ser investidos em outras áreas.

Com a ferramenta da Análise Corporal, o RH pode avaliar previamente o perfil do candidato, conhecendo seu perfil psicológico e comportamental, alinhando suas experiências anteriores com a vaga a ser ocupada.


Funcionários mais produtivos 

Uma pesquisa realizada pela Universidade da Califórnia revelou aquilo que todos nós já sabemos, mas muitas vezes ignoramos. O estudo identificou que um trabalhador feliz é, em média, 31% mais produtivos, 3x mais criativo e vende 37% a mais.

Além desses dados impactantes, o funcionário que está feliz se sente mais motivado para realizar o seu trabalho e reduz desperdícios.

Todos os seres humanos possuem questões mal resolvidas e que poderiam ser melhor trabalhadas por meio do suporte da psicoterapia. Quando as empresas enxergam valor na felicidade de seus colaboradores, passam a investir em saúde mental e, consequentemente, recebem o retorno do investimento por meio do trabalho executado pelos funcionários.


 Esses benefícios só se aplicam ao campo profissional?

Se você se perguntou a respeito, a resposta é não!

A terapia holística trabalha o autoconhecimento e desenvolvimento humano, os benefícios são notáveis em todas as áreas da vida com toda a certeza, mas como ter acesso a todo esse benefício se as técnicas apresentadas tiveram o foco no desenvolvimento profissional? Uma parceria entre nós possibilitaria este acesso, imagine toda a empresa conhecendo técnicas como: Análise Corporal com acompanhamento comportamental, EFT (Acupuntura sem agulhas), Mindfullness, Apometria, Treinamentos para inteligência emocional no trabalho, Treinamentos para lideranças e executores, Treinamento para todos do departamento Comercial e de Atendimento ao cliente, etc.

Oferecer acesso diferenciado aos seus colaboradores a todo esse benefício não só pode como vai aumentar o engajamento no cotidiano e mudar positivamente a imagem da empresa para os colaboradores e mercado em geral.


UMA GRANDE IDEIA 

Eu, Karlah Ribeiro, resolvi unir a experiência de gestão e consultoria empresarial com a de psicoterapeuta holística e assim surgiu um novo projeto profissional : Consultoria e Mentoria Terapêutica em empresas. 

MENTORIA TERAPÊUTICA GERAL E 

TREINAMENTO E ACOMPANHAMENTO

Diagnóstico: Para que possamos identificar as oportunidades de melhoria na empresa, é necessário um diagnóstico através de estudos de área, levantamentos de processos operacionais e de gestão, entrevistas pessoais e análise de performance.

Desenvolvimento: "Sabendo ouvir", estaremos mapeando a situação atual para que possam ser desenvolvidas e propostas ações de melhoria.

Implantação: "Fazemos juntos", para que as ações de melhorias sejam implantadas é fundamental que os envolvidos sejam devidamente treinados e entendam as verdadeiras vantagens das mudanças. Nesta fase teremos treinamentos com todos os líderes e executores (online).

Consolidação: Após a implantação, treinamentos, alinhamentos e adequações, ainda são necessários cuidados para que não haja retrocesso, portanto permaneceremos próximos até que as mudanças sejam consolidadas.

Acompanhamento: As mudanças precisam permanecer mesmo sem a nossa presença. Uma saída gradativa possibilita aos envolvidos a percepção exata do nível necessário de comprometimento.


ANÁLISE CORPORAL 

Agora vou apresentar uma técnica incrível, que tenho certeza - vai mudar sua maneira de ver as pessoas e a si mesmo(a). E que irá contribuir significativamente em sua empresa.

Prepare-se para descobrir como o formato do corpo de uma pessoa explica que tipo de mente ela tem e revela a verdade por trás de qualquer problema que ela esteja enfrentando. Você vai entender como isso é possível, de onde vem e qual a fundamentação científica e como esse conhecimento pode resolver seus problemas e impactar positivamente a sua vida. 

O QUE FAZER COM ESTE CONHECIMENTO? 

Com este conhecimento, você vai começar a entender melhor como você e as pessoas ao seu redor funcionam e, encontrar alívio e solução de problemas que tem vivido no decorrer da sua vida.

Além disso, você entenderá como cada colaborador funciona, suas melhores habilidades e dificuldades. Melhorando o desempenho em todas as áreas, diminuindo as substituições e evitando prejuízos.

O QUE VOCÊ IRÁ DESCOBRIR? 

- Em um processo paralelo de cinco etapas durante a formação do sistema nervoso que além de moldar a mente, molda também o formato do corpo. 

- Como gerar mais resultados utilizando o poder da análise corporal para entender rapidamente quais são as cinco sensações básicas configuradas no sistema nervoso das pessoas. 

CONHECIMENTO CIENTÍFICO 

Você entenderá como os cinco traços de caracteres da nossa mente são formados em um processo que já se inicia no útero e se estende até aproximadamente cinco anos de idade com o fim da mielinização e o surgimento da sexualidade.

Para OMS, Síndrome de Burnout passará a ser doença do trabalho em 2022

A Organização Mundial da Saúde (OMS) dará uma nova classificação para a Síndrome de Burnout. A partir do dia 1 de janeiro de 2022, entra em vigor a nova classificação para esse transtorno, a CID 11. Ela passará a ser considerada doença decorrente do trabalho e passa a ser tratada de forma diferente.

Até então, a síndrome de Burnout é considerada ainda como um problema na saúde mental e um quadro psiquiátrico. Mas a partir de janeiro, a síndrome será oficializada como "estresse crônico de trabalho que não foi administrado com sucesso".

A alteração aconteceu em conferência da organização em 2019, mas o documento entra em vigor a partir do próximo ano. Para alterar o documento, a OMS analisa estatísticas e tendências da saúde.

O texto é um tratado para reconhecer doenças e problemas de saúde no mundo de acordo com as mesmas definições e códigos. Além do Burnout, a CID 11 também inclui na lista de doenças o estresse pós-traumático, distúrbio em games e resistência antimicrobiana.

O que é a Síndrome de Burnout?
Trata-se de um distúrbio emocional resultado de uma rotina de trabalho desgastante. Ela também é conhecida como síndrome do esgotamento profissional.

Entre os sintomas, além da exaustão, constam dores de cabeça frequentes, alterações no apetite, problemas gastrointestinais, dificuldades para dormir e para se concentrar, além de sentimentos de fracasso e incompetência

A doença é decorrente de um ambiente de trabalho tão hostil e opressor que vai além das condições psicológicas que uma pessoa possa suportar. Trabalhador que sofre muitas cobranças como prazos, aumento na carga horário ou do volume de trabalho, ambiente ruim no escritório com seus colegas e superiores pode desencadear a doença.

O reconhecimento pela OMS terá um efeito em processos trabalhistas relacionados ao tema. No caso de o funcionário recorrer à Justiça por causa do esgotamento, a empresa pode ser responsabilizada e até pagar indenização. Na Justiça, a responsabilização da empresa será avaliada a partir do laudo médico comprovando o Burnout junto com o histórico do profissional e uma avaliação do ambiente de trabalho, inclusive coletando relatos de testemunhas.

Em geral, serão coletadas provas de uma degradação emocional e fatores causadores da síndrome, como assédio moral, metas fora da realidade ou cobranças agressivas.

Médicos explicam que é comum que o profissional com o Burnout tenha um histórico de boa performance que se reverte diante de uma mudança no ambiente, como uma mudança na gestão ou de demandas. As empresas devem ficar atentas ao sinal de alerta para o Burnout.


Qual o papel das empresas?

Se antes o esgotamento e o estresse preocupavam a gestão de pessoas pela falta de engajamento, menor produtividade ou a perda de profissionais, agora o Burnout ganha mais um fator de risco jurídico e financeiro.

As empresas precisam se posicionar de forma mais proativa nas questões de saúde integral para mitigar os riscos. A prevenção é fundamental e o setor de Recursos Humanos (RH) deve ficar atento aos seus colaboradores.

A conscientização e a inclusão de palestras sobre saúde mental são algumas medidas que o RH pode sugerir. Vale também criar políticas de boa convivência entre os funcionários em todos os níveis de hierarquia.

A motivação é fundamental para zelar e manter a saúde mental dos colaboradores continuamente.


Direitos previdenciários para a Síndrome de Burnout

Trabalhadores que necessitam um afastamento por um tempo superior a 15 dias é devido o auxílio-doença acidentário. Neste caso, o empregado se afasta por ter sofrido acidente ou doença relativa ao trabalho. Diferente do auxílio-doença previdenciário no qual o empregado é afastado por doença não relacionada ao trabalho.

A Aposentadoria por invalidez é aquela devida ao segurado que passa por uma sequela definitiva que o impede de exercer não só as suas atividades, como qualquer outra (readaptação).

Neste caso, para que a síndrome de burnout seja considerada suficiente para conceder ao segurado a aposentadoria por invalidez é preciso que esse trabalhador tenha um laudo médico que comprove sua situação de saúde. E mais: que os danos causados sejam decorrentes da doença e irreversíveis, impossibilitando-o de retorno ao seu trabalho.

Por ser considerada uma doença ocupacional, a Síndrome de Burnout não é exigida carência para ter direito ao benefício.

Fonte: Revista Proteção

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